Brasil na liderança da agenda climática global - Fitec Tec News

Brasil na liderança da agenda climática global: realidade ou utopia?

  Por Marcelo Bonniard   Os efeitos das mudanças climáticas no planeta já são amplamente reconhecidos e documentados. O recente Relatório da Lacuna de Emissões 2024, emitido pela ONU e intitulado "Chega de calor... por favor!" ("No More Hot Air... Please!"), sublinha a urgência de ações mais ambiciosas e robustas para mitigar o aquecimento global. Para que a meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C, conforme estabelecido no Acordo de Paris, seja alcançada, é imprescindível uma redução das emissões globais em 42% até 2030 e 57% até 2035. Todavia, as tendências atuais apontam para um aquecimento significativamente maior, com consequências graves para as populações e ecossistemas. No quesito liderança, o Brasil vem despontando nessa ação. Apesar da gravidade da situação, o Brasil se destaca como uma nação

Especialistas opinam sobre saída dos EUA do Acordo de Paris - Fitec Tec News

Especialistas opinam sobre saída dos EUA do Acordo de Paris

Em seu primeiro dia de mandato, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, cortou relações com tratados internacionais, dentre eles o Acordo de Paris, o qual cerca de 200 países se comprometeram a trabalhar juntos para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.   EUA e o Acordo de Paris   As justificativas apresentadas por Trump são de que o Acordo beneficia outros países em detrimento dos EUA, cuja saída está prevista a se oficializar em 2026. Cristina Wadner, do escritório Cristina Wadner Advogados Associados, frisa que é extremamente danosa para a transição energética global esse cenário, uma vez que poderá estimular a saída de outros países, além da perda dos recursos financeiros. “Os Estados Unidos estão indo na contramão do mundo, pois os países estão investindo cada vez mais em

Petrolíferas investem em soluções ambientalmente responsáveis em seus processos - Fitec Tec News

Petrolíferas investem em soluções ambientalmente responsáveis em seus processos

Setor energético no Brasil tem como vantagem ambiental a variedade de insumos renováveis e menos poluentes. Porém, quando o assunto é o mercado petrolífero, considerado um grande poluente no planeta, as empresas do segmento, aqui e em diversos países, estão investindo para que suas operações sejam mais consonantes com essa questão. “A transição energética é muito complexa e o Brasil está oferecendo atender uma demanda crescente de petróleo descarbonizado que nem todos os países atendem. Quem vai liderar é Brasil, Kuwait e Emirados Árabes. O mundo quer um produto cada vez mais refinado e o nosso tem resiliência e baixa carbonização”, comenta, Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), à Gazeta do Povo. De acordo com informações da Petrobrás, o óleo da camada pré-sal,correspondente por três