Setor ferroviário adere a ações sustentáveis que vão além dos trilhos - Fitec Tec News

Setor ferroviário adere a ações sustentáveis que vão além dos trilhos

O ramo de logística está em grande expansão no país, com estimativa em oferecer mais de 150 mil vagas no país em 2025, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), e um dos modais que, literalmente, pode entrar nesses trilhos e ainda carrega a sustentabilidade em sua égide é o ferroviário. E isso pode ir além da logística e transporte de pessoas, fazendo com que as administradoras desse modal também realizem ações ambientais para a comunidade do entorno, por exemplo. Recentemente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, em decisão histórica, o Programa de Sustentabilidade para ferrovias e rodovias federais (resolução n°6.057/2024), cujo foco é busca alinhar às boas práticas, enfrentando desafios ambientais, sociais e climáticos. “A resolução fortalece as políticas públicas de sustentabilidade à infraestrutura brasileira. Questões relacionadas

Investimentos em modais são importantes para cumprir agenda de descarbonização, frisam especialistas - Fitec Tec News

Investimentos em modais são importantes para cumprir agenda de descarbonização, frisam especialistas

A pauta dos biocombustíveis está em alta há um bom tempo, desde a era do PróÁlcool, até a análise do Senado do Projeto de Lei 528/2020, conhecido como o PL dos ‘Combustíveis do Futuro’, que tem em seu escopo um conjunto de iniciativas para promover a mobilidade sustentável de baixo carbono em diversos modais, inclusive os marítimos. Para Cristina Wadner, do escritório Cristina Wadner Advogados Associados, o uso dos biocombustíveis é uma das ferramentas para transição energética que ajudará o mundo a atingir suas metas de descarbonização. Especialista na área marítima, ela comenta que as metas apresentadas globais do setor à Organização Marítima Internacional (International Maritime Organization, IMO em inglês), envolvem a redução de 30% de gases de efeito estufa até 2030, 80% até 2040 e, em 2050, alcançar ‘net