Iniciativas criativas de reflorestamento regenera regiões pelo Brasil = Fitec Tec News

Iniciativas criativas de reflorestamento regenera regiões pelo Brasil

Reflorestar. Verbo conjugado de forma que não apenas proporciona para uma região um legado de árvores, por meio do reflorestamento, mas também a mudança de pensamento de pessoas e empresas. Uma dessas iniciativas é o Instituto Ubá, de origem francesa, que desenvolve projetos de sustentabilidade e ESG, e está colhendo frutos região de Ribeirão Preto, SP, onde instalou sua filial brasileira, há dois anos. Uma das beneficiadas pelo reflorestamento da entidade é a fazenda Morro Azul, entre os municípios de Jardinópolis e Batatais, que já rendeu o plantio de árvores nativas do Cerrado e da Mata Atlântica em cinco hectares de APP (área de preservação permanente). Outros 20 hectares também já foram plantados em outras propriedades da Alta Mogiana. “Com o reflorestamento, a venda antecipada de créditos de carbono foi

Especialistas opinam sobre novo regramento para o mercado de carbono no Brasil - Fitec Tec News

Especialistas opinam sobre novo regramento para o mercado de carbono no Brasil

Sancionada no Brasil em dezembro último, a Lei nº 15.042/24 tem como premissa alterar a forma como o país lida com as emissões de gases de efeito estufa (GEE), em especial no que se refere as negociações de crédito de carbono, ao criar o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). Falando em créditos, o novo regramento estabelece que ganhos derivados dessa venda, das Cotas Brasileiras de Emissões (CBEs) e dos Certificados de Redução ou Remoção Verificada de Emissões (CRVEs) serão tributados de acordo com o perfil tributário do contribuinte. Beatriz Cobbo de Lara, mestre em Direitos Fundamentais e Democracia, especialista em Direito Tributário, comenta que às empresas, no regime de lucro real, estão previstas que despesas relacionadas à redução ou remoção de emissões de

3 dicas para as empresas se adequarem às normas de sustentabilidade em 2025 - Fitec Tec News

3 dicas para as empresas se adequarem às normas de sustentabilidade em 2025

Com o agravamento da crise climática, as regulações ambientais estão se tornando mais rigorosas. A Resolução 193/2023 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por exemplo, exige que empresas listadas na B3 publiquem relatórios de sustentabilidade em 2026, baseados nos processos de 2025. Além disso, a regulamentação do mercado de carbono foi recentemente sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), instituindo o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). O sistema segue o modelo cap-and-trade, em que o governo define um teto de emissões e distribui permissões correspondentes. A expectativa é que cerca de 5 mil empresas integrem o mercado regulado no Brasil. Tais normas exigem que as empresas adotem caminhos para descomplicar as novas exigências ambientais e implementar processos consistentes e eficazes. Diante

US$ 300 bilhões Brasil se torna potência global na geração de créditos de carbono - Fitec Tec News

US$ 300 bilhões: Brasil se torna potência global na geração de créditos de carbono

O mercado de carbono pode movimentar bilhões de dólares nos próximos anos, apresentando um potencial transformador para a economia  brasileira e mundial. Estima-se que o mercado de crédito de carbono alcance mais de US$ 300 bilhões até 2050 e, de forma mais imediata, US$ 50 bilhões em 5 anos. No Brasil, o plano para este mercado tem capacidade de movimentar até US$ 2 bilhões, o equivalente a 12 bilhões de reais na próxima década, impulsionando setores estratégicos e atraindo investimentos internacionais. Com a recente aprovação da regulamentação do mercado de carbono, o Brasil dá um passo decisivo em direção a uma economia mais sustentável e competitiva globalmente. O marco, que aguarda sanção presidencial, é um divisor de águas, com potencial para transformar setores estratégicos da economia, atrair investimentos internacionais e posicionar o país como referência na

Governo de SP investe R$ 32 milhões em novo centro para produção de hidrogênio verde - Fitec Tec News

Governo de SP investe R$ 32 milhões em novo centro para produção de hidrogênio verde

O Governo do Estado de São Paulo criou um centro de pesquisa avançada para promover energias limpas e contribuir com o combate às mudanças climáticas. Acaba de ser lançado o Centro de Ciências para o Desenvolvimento de Energias Renováveis e Combustíveis do Futuro (CCD - ERCF), que ficará nas instalações do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O novo centro tem como missão principal promover a produção e o uso do hidrogênio de baixo carbono, uma fonte de energia com potencial de descarbonizar a economia e reduzir as emissões dos gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera. O Governo aportou R$ 32 milhões no projeto, sendo R$ 9 milhões financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); R$ 11 milhões do IPT e da Secretaria de

Por que a gestão do carbono e os créditos de carbono fazem sentido para os negócios?

  Por Alessandro Panasolo   Cada vez mais, as empresas são desafiadas a se tornarem carbono neutras, e um passo fundamental para atingir esse objetivo é a realização do balanço de carbono. Através desse processo, é possível identificar as emissões de gases de efeito estufa geradas pelas operações e, quando aplicável, as possíveis remoções de carbono que possam ocorrer. O balanço de carbono fornece uma visão clara das emissões e é essencial para que as empresas possam implementar ações eficazes de mitigação, contribuindo para alcançar suas metas de sustentabilidade. Além disso, a gestão do carbono é imprescindível para qualquer organização que busca atingir o net zero, um compromisso cada vez mais central nas estratégias climáticas corporativas. Reduzir emissões diretas, otimizar processos e buscar soluções de eficiência energética são alguns dos

Entenda os Créditos de Carbono da origem ao impacto no desenvolvimento econômico e sustentável - Fitec Tec News

Entenda os Créditos de Carbono: da origem ao impacto no desenvolvimento econômico e sustentável

Muito tem sido discutido acerca de créditos de carbono no setor empresarial, no que diz respeito às diretrizes de sustentabilidade e seu impacto nos negócios. Mas o que exatamente é um crédito de carbono? Como ele pode ser obtido e certificado? E como são mensurados e avaliados os projetos para obtenção dos créditos? Esta ferramenta, cujas diretrizes foram estabelecidas a partir do Protocolo de Kyoto, em 1997, é uma solução pioneira, que estimula a diminuição das emissões de gases de efeito estufa (GEE), através de um mecanismo financeiro. Partindo da premissa de que o dióxido de carbono (CO2) é considerado o mais abundante dos gases responsáveis pelo efeito estufa, e da necessidade urgente em reduzir as emissões desses gases, o protocolo pioneiro estabeleceu metas obrigatórias para nações industrializadas. O mercado de carbono emerge,

“Mercado de carbono não é salvação da Amazônia”, alertam especialistas - Fitec Tec News

“Mercado de carbono não é salvação da Amazônia”, alertam especialistas

Para manter a floresta em pé, sabemos que é preciso uma série de articulações, a fim de que não fiquem apenas no papel e nas promessas, sendo tornando-se ações céleres e efetivas. O Congresso Nacional está em discussão sobre a regulamentação do mercado de carbono, (PL 2148/15). O texto cria o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), que estabelece tetos para emissões e um mercado de venda de títulos."Criamos mecanismos para incentivar, orientar e auxiliar os agentes econômicos a se conduzir de forma coerente com essa necessidade global, pela inibição de emissões de gases de efeito estufa nos processos produtivos ou, quando não for possível a inibição de novas emissões, pela compensação", disse, à Agência Câmara de Notícias, o deputado Aliel Machado (PV-PR), relator

EPE lança publicação sobre captura e o armazenamento de carbono - Fitec Tec News

EPE lança publicação sobre captura e o armazenamento de carbono

Com o título “Captura, armazenamento e utilização de carbono (CCUS) no Brasil”, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançou recentemente esse caderno com dados completos e atualizados de georreferenciamento sobre os potenciais brasileiros para o desenvolvimento das atividades de Captura e Armazenamento de Carbono no Brasil, considerando diversos aspectos técnicos e econômicos. O documento destaca a busca por um direcionamento das estratégias mais eficientes e para a tomada de decisões sustentáveis técnica e economicamente sobre o armazenamento geológico de carbono no país. Por conta da aceleração dos efeitos do aquecimento global, prossegue o estudo, são necessárias soluções de descarbonização em múltiplas frentes ao cumprimento de metas climáticas globais previstas para 2050. Armazenamento de carbono “Talvez o armazenamento de carbono não seja a solução para todos os segmentos ou para todas